Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado. Roberto Shinyashiki
terça-feira, 22 de maio de 2012
domingo, 24 de julho de 2011
Prorrogação das Inscrições do Prêmio Vivaleitura 2011
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Prorrogadas as inscrições para o Prêmio Vivaleitura 2011
As inscrições para o Prêmio Vivaleitura 2011, que reconhece as melhores experiências de promoção da leitura, foram prorrogadas até o dia 10 de agosto. O projeto, de iniciativa do Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Cultura (MinC), faz parte do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Podem ser inscritos trabalhos nas seguintes categorias: “Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias”, “Escolas públicas e privadas” e “ONGg, pessoas físicas, universidades e instituições sociais”.
Os trabalhos vencedores, que devem ter sido desenvolvidos na área da leitura, receberão um prêmio no valor de R$ 30 mil. As inscrições podem ser feitas pelo site ou por correio – por carta registrada com aviso de recebimento, enviada para Caixa Postal 71037-7 - CEP 03410-970 - São Paulo, SP. Os finalistas serão divulgados em novembro.
Para saber mais, acesse a página do Prêmio Vivaleitura: www.premiovivaleitura.org.br.
domingo, 10 de julho de 2011
| Projetos e Atividades Educadores e sala de informática: por onde começar? Mílada Tonarelli Gonçalves
Muito se fala da necessidade de incorporar o uso da sala de informática à prática pedagógica. No cotidiano, os alunos pedem para utilizá-la, o professor gostaria de freqüenta-la, mas algumas vezes não se sente seguro. O coordenador pedagógico quer ajudar, mas nem sempre sabe como. O que fazer? Por onde começar? Tudo fica mais fácil quando se conhece a relação dos educadores com a informática, seus hábitos de uso e necessidades. Com um diagnóstico inicial em mãos, é possível planejar e propor exercícios para os educadores com grandes chances de sucesso, auxiliando-os nas atividades com seus alunos no laboratório. O diagnóstico inicial pode ser feito a partir de um formulário que os educadores preenchem e devolvem ao responsável pela sala de informática e/ou coordenador pedagógico para que os dados sejam tabulados. Esse formulário é uma sugestão e pode ser adaptado conforme as necessidades de cada escola e grupo. Ele contribui para a coleta de dados dando uma idéia geral das habilidades, necessidades e hábitos do professor quanto ao uso da Internet em sua vida pessoal e na escola. Além da Internet, o uso de aplicativos também pode ser levantado, já que são importantes ferramentas no trabalho com o computador. Recomenda-se que a maioria das questões seja de múltipla escolha, para facilitar o tratamento dos dados. Perguntas abertas também são interessantes para que o educador possa expressar os motivos pelos quais não utiliza o laboratório com seus alunos. As respostas contabilizadas oferecem um panorama da relação dos educadores com a informática e com o uso da sala, além de apontar as necessidades específicas de cada um. Com esse material em mãos, fica mais fácil saber por onde começar. Exemplos: · se os educadores ainda não navegam na Internet seria interessante reuni-los no laboratório para que conheçam os sites de busca, realizem pesquisas e aprendam a navegar; · se a maioria dos professores não tem e-mail uma alternativa é a organização de encontros em que eles criariam um endereço eletrônico com o auxílio de outro professor ou monitor. :: Todos os professores com e-mail! Foi o que fez a professora Paloma Godoi, responsável pela sala de informática da Escola Municipal de Ensino Fundamental Pracinhas da FEB, na cidade de São Paulo. Com a aplicação do formulário, Paloma detectou que os educadores ainda não possuíam um e-mail. Ela organizou seu horário e ajudou-os a criarem um endereço eletrônico e se cadastrarem no EducaRede. Paloma diz que depois desta atividade a frequência dos educadores na sala de informática aumentou. “Muitos professores que não utilizavam o laboratório começaram a frequentá-lo regularmente para fazer a checagem de seus e-mails. Alguns achavam que criar um endereço eletrônico era uma coisa muito difícil e, antes de abrirem os seus, até relutavam em trazer os alunos para que eles também o fizessem”. A professora Paloma conta ainda que, além da checagem, os educadores passaram a navegar na Internet. Ela percebeu que eles começaram a levar indicações de sites para seus alunos por conta própria, sem o auxílio dela, como ocorria anteriormente. “Alguns educadores são bem assíduos na checagem de e-mails e outros o fazem em suas casas Eu mesma recebo várias mensagens deles e de outros orgulhosos de poderem falar aos filhos, que agora também têm endereço eletrônico. Outro fato interessante é que muitos funcionários da escola (agentes escolares, merendeira, inspetor de alunos) também criaram um endereço eletrônico e têm o costume de utilizá-lo.” Quanto mais o professor toma contato e incorpora as novas tecnologias no seu dia-a-dia, melhor será seu desempenho no papel de orientador e facilitador da aprendizagem do aluno.
Os sites indicados neste texto foram visitados em 10/09/2004 10/09/2004 |
domingo, 3 de julho de 2011
Contos de Fadas
| João e Maria Da tradição oral Às margens de uma floresta existia, há muito tempo, uma cabana pobre feita de troncos de árvores, onde moravam um lenhador, sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria. Na casa do lenhador, a vida sempre fora difícil, mas, naquela época, as coisas pioraram: não havia pão para todos. — Mulher, o que será de nós? Acabaremos morrendo de fome. E as crianças serão as primeiras. — Há uma solução... – disse a madrasta, que era muito malvada – amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos. O lenhador não queria nem ouvir um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo. No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar. — E agora, João? Sozinhos na mata, vamos nos perder e morrer. — Não chore — tranqüilizou o irmão. — Tenho uma idéia. Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da Lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama. No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças. — Vamos cortar lenha na mata. Este pão é para vocês. Partiram os quatro. O lenhador e a mulher na frente, as crianças atrás. A cada dez passos, João deixava cair no chão uma pedrinha branca, sem que ninguém percebesse. Quando chegaram bem no meio da mata, a madrasta disse: -— João e Maria, descansem enquanto nós vamos rachar lenha para a lareira. Mais tarde passaremos para pegar vocês. Os dois irmãos, após longa espera, comeram o pão e, cansados e fracos, adormeceram. Acordaram à noite, e nem sinal dos pais. — Estamos perdidos! Nunca mais encontraremos o caminho de casa! — soluçou Maria. — Quando a Lua aparecer no céu acharemos o caminho de casa — consolou-a o irmão. Quando a Lua apareceu, as pedrinhas que João tinha deixado cair pelo atalho começaram a brilhar, e, seguindo-as, os irmãos conseguiram voltar à cabana. Ao vê-los, os pais ficaram espantados. O lenhador, em seu íntimo, estava contente, mas a mulher não. Assim que foram deitar, disse que precisavam tentar novamente, com o mesmo plano. João, que tudo escutara, quis sair à procura de outras pedrinhas, mas não pôde, pois a madrasta trancara a porta. Maria estava desesperada. — Como poderemos nos salvar desta vez? — Daremos um jeito, você vai ver. Na madrugada do dia seguinte, a madrasta acordou as crianças e foram novamente para a mata. Enquanto caminhavam, Joãozinho esfarelou todo o seu pão e o da irmã, fazendo uma trilha. Desta vez afastaram-se ainda mais de casa e, chegando a uma clareira, os pais deixaram as crianças com a desculpa de cortar lenha, abandonando-as. João e Maria adormeceram, famintos e cansados. Quando acordaram, estava muito escuro, e Maria desatou a chorar. Mas desta vez não conseguiram encontrar o caminho: os pássaros haviam comido todas as migalhas. Andaram a noite toda e o dia seguinte inteirinho, sem conseguir sair daquela floresta, e estavam com muita fome. mimosa. Aproximaram-se, curiosos, e viram, encantados, que o telhado era feito de chocolate, as paredes de bolo e as janelas de jujuba. — Viva!— gritou João. E correu para morder uma parte do telhado, enquanto Mariazinha enchia a boca de bolo, rindo. Ouviu-se então uma vozinha aguda, gritando no interior da casinha: — Quem está o teto mordiscando e as paredes roendo? As crianças, pensando que a voz era de uma menina de sua idade, responderam: — É o Saci-pererê que está zombando de você! Subitamente, abriu-se a porta da casinha e saiu uma velha muito feia, mancando, apoiada em uma muleta. João e Maria se assustaram, mas a velha sorriu, mostrando a boca desdentada. — Não tenham medo, crianças. Vejo que têm fome, a ponto de quase destruir a casa. Entrem, vou preparar uma jantinha. O jantar foi delicioso, e a velha senhora ajeitou gostosas caminhas macias para João e Maria, que adormeceram felizes. Não sabiam, os coitadinhos, que a velha era uma bruxa que comia crianças e, para atraí-las, tinha construído uma casinha de doces. Agora ela esfregava as mãos, satisfeita. — Estão em meu poder, não podem me escapar. Porém estão um pouco magros. É preciso fazer alguma coisa. Na manhã seguinte, enquanto ainda estavam dormindo, a bruxa agarrou João e o prendeu em um porão escuro, depois, com uma sacudida, acordou Maria. — De pé, preguiçosa! Vá tirar água do poço, acenda o fogo e apronte uma boa refeição para seu irmão. Ele está fechado no porão e tem de engordar bastante. Quando chegar no ponto vou comê-lo. Mariazinha chorou e se desesperou, mas foi obrigada a obedecer. Cada dia cozinhava para o irmão os melhores quitutes. E também, a cada manhã, a bruxa ia ao porão e, por ter vista fraca e não enxergar bem, mandava: — João, dê-me seu dedo, quero sentir se já engordou! Mas o esperto João, em vez de um dedo, estendia-lhe um ossinho de frango. A bruxa zangava-se, pois apesar do que comia, o moleque estava cada vez mais magro! Um dia perdeu a paciência. — Maria, amanhã acenda o fogo logo cedo e coloque água para ferver. Magro ou gordo, pretendo comer seu irmão. Venho esperando isso há muito tempo! A menina chorou, suplicou, implorou, em vão. A bruxa se aborrecera de tanto esperar. Na manhã seguinte, Maria tratou de colocar no fogo o caldeirão cheio de água, enquanto a bruxa estava ocupada em acender o forno para assar o pão. Na verdade ela queria assar a pobre Mariazinha, e do João faria cozido. Quando o forno estava bem quente, a bruxa disse à menina: — Entre ali e veja se a temperatura está boa para assar pão. Mas Maria, que desconfiava sempre da bruxa, não caiu na armadilha. — Como se entra no forno? — perguntou ingenuamente. — Você é mesmo uma boba! Olhe para mim! — e enfiou a cabeça dentro do forno. Maria empurrou a bruxa para dentro do forno e fechou a portinhola com a corrente. A malvada queimou até o último osso. A menina correu para o porão e libertou o irmão. Abraçaram-se, chorando lágrimas de alegria; depois, nada mais tendo a temer, exploraram a casa da bruxa. E quantas coisas acharam! Cofres e mais cofres cheios de pedras preciosas, de pérolas... Encheram os bolsos de pérolas. Maria fez uma trouxinha com seu aventalzinho, e a encheu com diamantes, rubis e esmeraldas. Deixaram a casa da feiticeira e avançaram pela mata. Andaram muito. Depois de algum tempo, chegaram a uma clareira, e perceberam que conheciam aquele lugar. Certa vez tinham apanhado lenha ali, de outra vez tinham ido colher mel naquelas árvores... Finalmente, avistaram a cabana de seu pai. Começaram a correr naquela direção, escancararam a porta e caíram nos braços do lenhador que, assustado, não sabia se ria ou chorava. Quantos remorsos o tinham atormentado desde que abandonara os filhos na mata! Quantos sonhos horríveis tinham perturbado suas noites! Cada porção de pão que comia ficava atravessada na garganta. Única sorte, a madrasta ruim, que o obrigara a livrar-se dos filhos, já tinha morrido. João esvaziou os bolsos, retirando as pérolas que havia guardado; Maria desamarrou o aventalzinho e deixou cair ao chão a chuva de pedras preciosas. Agora, já não precisariam temer nem miséria nem carestia. E assim, desde aquele dia o lenhador e seus filhos viveram na fartura, sem mais nenhuma preocupação. |
Branca de Neve | Cinderela | As Doze Princesas | O Gato de Botas A Bela e a Fera | A Princesa e a Ervilha | Rapunzel A Pequena Sereia | João e Maria |
domingo, 15 de maio de 2011
quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
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